Florbela Espanca

Vocês já viram nos desenhos quando uma pequena nuvem negra, cheia de raios e trovões, chove somente em cima de um único personagem? Pois bem, é como está meu estado de espírito ultimamente: cheio de raios e trovões particulares. 

Today this is my skyToday this is my sky

Não vou entrar no mérito do porquê disso, mas essa fase danada de ruim está demorando para passar – se fosse perto do meu aniversário até poderia dizer que estou no meu inferno astral, mas como só assoprarei as velinhas em março… E nesse meio tempo tudo o que quero e tenho vontade de ler/ver são histórias tristes, mas tristes de verdade!

Como o destino é um garoto bem sapeca, me fez, nessas minhas andanças pela internet, dar de cara com um poema que, simplesmente, reflete esse meu momento meio deprê. O poema é de Florbela Espanca, poetisa portuguesa nascida ainda no século XIX, seus poemas exalam sofrimentos íntimos, tristezas e particularidades (porque eu fui atrás de mais coisas sobre ela e me deparei com uma antologia chamada, sente o drama, Livro de Mágoas, de 1919). Bom, enrolei e não mostrei o poema que me descreve completamente e me desperta uma certa invejinha, confesso (eu que deveria ter tido essa idéia e escrito esse poema)! Eis aqui: 

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