Desafio Livrada 2016

Tentei participar do “Desafio Livrada 2016” e falhei miseravelmente….

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#Wishlist aniversário!

Oieeeee! Tá certo, ando numa ressaca literária e por isso não tenho lido NADA! Mas para não deixar isso aqui parado – e aproveitando que meu aniversário tá batendo na porta (é dia 28/3 pra quem não lembra) para trazer sugestões de presentes que vocês podem me dar!

(sou pidona, eu sei rsrsrsrs)

1.Maquiagens. Adooooroooo! Aceito de tudo, principalmente batons.

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“Roxuva” da QDB?. #ficadica

 

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Batom “Hermione”, da Tracta. #ficadica2

2. Roupas. Se vocês acharem algo tamanho “lona”, eu aceito!

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Camisetas divertidas! 😉

3. Bijoux. Brincos. Sempre.

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Na dúvida aposte nas pérolas!

 

4. LIVROS! Lógico! Só olhar na minha lista do Skoob!

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Ultimamente tô querendo esse. Onde  tem?

 

5.HQs. Agarrei um amor por uma certa coleção…

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Só amor!

 

6. Melissas.

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7. O que você desejar. Pode ser um chocolate, um cartão, uma bala ou um abraço. Se for de coração já é o suficiente!

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Desafio Livrada 2016!

Olá gente! Ano novo, vida nova (e clichê antigo)! Este ano resolvi dar um rumo na minha vida e desencalhar uns livros que estão aqui na estante há anos! Para isso decidi participar do Desafio Livrada! Um desafio literário feito pelo nosso amigo Yuri, do blog Livrada!, que consiste em quinze categorias e cabe a nós decidir o que melhor se encaixa em cada uma. 

A única ressalva que faço nesse desafio é que escolhi somente livros que já tenho em casa. Portanto, pode ser que alguma categoria fique em branco – e pode ser que eu dê uma leve roubadinha em alguma outra.

 

 

1- Um prêmio Nobel
O escolhido foi Pantaleão e as visitadoras, do Mario Vargas Llosa (Nobel em 2010). O livro “conta a história de Pantaleão Pantoja, um capitão recém-promovido do exército, que recebe uma missão inesperada – criar um serviço de prostitutas para as Forças Armadas do Peru isoladas na selva amazônica, dentro do mais absoluto sigilo militar.” fonte

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2- Um livro russo
O selecionado da vez foi A morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstói. Sem mais.

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3- Um cânone da literatura ocidental
Então, o que pode ser considerado um cânone? O que é um cânone? Eu entendo como algo de suma importância e que influenciou várias outras obras. Pensando por esse aspecto, eu separei aqui Admirável mundo novo, de Aldous Huxley. Um clássico, certo? Certo. 

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4- Uma novela
O livro do Tolstói é uma novela, então acho que eu poderia ter roubado e usado um livro para duas categorias. Mas não farei isso (já roubei demais por aqui, vocês verão), então peguei o livro Quatro Estações, do Stephen King. O livro conta com quatro novelas – entre elas a que deu origem ao ótimo filme Um sonho de liberdade. Escolherei uma das novelas e voilá (porque sou realista e sei que não vou ler as quatro de uma vez)!

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5- Um livro que você não sabe por que tem
Aqui começa a safadeza. Essa é uma categoria que ficará em branco, pois eu sei o motivo de ter cada um dos meus livros – embora alguns estejam meio esquecidos. Os que eu não via nenhuma razão para ter já me desfiz em trocas ou doações.

6- Um autor do seu estado
E essa foi a brecha que eu precisava para ler o livro do meu amado Marcelo Rubens Paiva! Sou do estado de São Paulo e o Marcelo é paulista como yo! O livro que tenho dele e ainda não li é As verdades que ela não diz. Vamos aguardar…

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7- Um livro publicado por uma editora independente
Cira e o Velho é um livro do escritor Walter Tierno – e comprei direto com o autor. Não sei se a Giz Editorial é uma editora independente, mas ela ainda é bem menor do que as que estamos acostumados. Vale pela curiosidade e pela oportunidade de conhecer obras novas.

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8- Uma ficção histórica
Olhei bastante na minha estante e o que se aproximou aqui foi O historiador, da Elizabeth Kostova. O livro acompanha as pesquisas de pessoas que tentam remontar a lenda de Vlad, o empalador. É uma ficção histórica? Não, necessariamente. Mas é o que temos para o momento. 

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9- Um livro maluco
Então, a maluquice é muito relativa, não? Pode ser um livro maluco no sentido positivo da palavra? Se sim, eu peguei O massacre da serra elétrica, edição lindona da DarkSide Books (DarkSide, me adota!) por um simples motivo: um livro cheio de imagens e que reconta como foi a realização dos filmes sobre o caso só pode ser muito doido!

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10- Um livro que todo mundo já leu menos você
Parece que todo mundo já leu o Precisamos falar sobre o Kevin, da Lionel Shriver, menos eu. Só pra constar: essa capa é muito feia.

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11- Um autor elogiado por um escritor de quem você gosta
Esse ano O rei de amarelo andou meio na moda. Como sou dessas, aproveitei a promoção e adquiri  o meu exemplar (na verdade presento do mor). Qual não foi a minha surpresa quando descobri que o mestre H.P. Lovecraft teve influência da obra de Robert W. Chambers! Então tá…

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12- Um livro bobo
Me interessei pelo livro Alcatraz contra os bibliotecários do mal só por causa do título. Pronto! 

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13- Um romance de formação
Roubada nº3652. Para esta seção escolhi Maldita, do Chuck Palahniuk. O livro é o segundo da série que conta a jornada de Madson, uma menina que morreu e foi para o inferno – e lá ela começa a contar sua história e rever sua vida – e, a partir de então, tentar a redenção. Conta? Acho que sim.

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14- Um livro esgotado
Não tenho nada para incluir aqui #todoschora. Próximo.

15- As aventuras do bom soldado Svejk
Como disse anteriormente, só selecionei livros que já tenho em casa. Como não tenho esse livro… vai ficar para a próxima! Em vídeo o Yuri disse que poderia ser algum dos livros do Zambra, bom eu já li o Bonsai (comentários aqui), então vou dar essa categoria como ok (roubada master)!

Bom, essa é minha pequena lista! Meio furada, mas feita com carinho… Convido todos para participar e tentar desencalhar algumas leituras da estante – para podermos comprar livros novos sem peso na consciência! É isso.. me desejem sorte!

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***** OFF *****

Estou utilizando o espaço desse humilde bloguinho para um pequeno momento de desabafo. Que as duas pessoas que o lêem me perdoem pelo uso do espaço para dividir algo tão pessoal, mas não encontro nada mais em que confiar do que no meu próprio espaço de criação (e de lamentos, e de catarse…).

***

Ultimamente tenho passado por períodos de turbulência em minha vida. Nada relacionado à família ou aos amigos, mas comigo mesma e com todas as coisas que passam pela minha cabeça e que me fazem sofrer mais do que o considerado normal para o resto das pessoas.

Tudo começa com aquela sensação de inadequação ao mundo que me acompanha desde sempre. Desta vez ela se reflete no ambiente profissional. Já sou formada (tenho duas faculdades) e já estou ficando velha, mas sinto que ainda não descobri qual minha vocação, o que realmente quero fazer da minha vida, assim, desde o mês de março, arrumei um trabalho em um escritório, sem saber muito o que esperar, sem muitas perspectivas, mas precisava arrumar algo para fazer.

Pois, foi aí que o inferno em minha vida começou. Desde o começo senti que aquilo não ia dar certo. O serviço não combina comigo e eu não consigo me adaptar. Para somar, eu não concordo com a forma como eles tratam as pessoas, não gosto do ambiente e cheguei ao ponto de não suportar nem o cheiro do lugar. Meus dias são de sofrimento; choro todos os dias só de pensar naquele lugar e, por mim, já estaria longe faz tempo.

Ao conversar com as pessoas algumas me apoiaram, mas sinto que a maioria não consegue compreender o que realmente eu sinto; acham que é frescura, que faço drama, mas só quem está sentindo sabe o quão ruim é. Escutei histórias tristes de gente que ralou e agüentou situações horríveis (bem piores que a minha), mas que hoje estão bem. Isso não me motiva, só me faz sofrer ainda mais, porque me martirizo por estar estar sofrendo por algo que não deveria (ou não).

A verdade é que eu prezo o bem estar acima de qualquer coisa. Independente de dinheiro, se eu não me sentir bem não vejo problema algum em cair fora e tentar arrumar algo melhor. Que nenhum trabalho é bom eu sei, mas acho que deveríamos pelo menos buscar algo que seja tolerável, ou menos ruim. Ultimamente sinto uma ponta de inveja daquelas pessoas que gostam do que fazem. Queria saber qual o segredo delas…

lagrimas-6735-1Sei que sou uma sonhadora e neste mundo de hoje em dia sonhar é um pecado imperdoável. Você tem que ter dinheiro, ser bem sucedido e contar para todos o quanto você se sacrificou para conquistar suas coisas. Por quê? De que adianta juntar dinheiro para quando você se aposentar se no futuro você não tiver saúde, tiver problemas de saúde relacionados ao estresse, dor nas costas, gastrite nervosa, pressão alta… de que adianta, acumular bens para o fim da vida e deixar de aproveitar a vida realmente?

Me dói saber que já estou perto dos trinta e ainda não tenho nada que é realmente meu. As vezes penso que quanto mais anos de estudo uma pessoa tem, mais infeliz ela é: a gente costuma racionalizar e pensar muito sobre as coisas e se frusta muita mais; a gente sabe do nosso potencial e não vê reconhecimento e, no fim, quando a depressão bate de vez a gente sente que esses anos não valeram de nada (falo por mim, ok?)…

Por que não fui trabalhar num pet shop? Eu seria feliz no meio dos animais mais do que sou no meio das pessoas…

Porém, no meio de tanta coisa ruim acontecendo, as vezes aparecem anjos que nos compreendem, nos ouvem e seguram nossa mão nos momentos de melancolia. Agradeço a essas pessoas por me ajudarem, por me consolarem e emprestarem seu colo para que eu derrame minhas lágrimas. 

Enquanto eu não consigo juntar os cacos espalhados dentro de mim, torço em silêncio para essa fase ruim passar – e que depois da tempestade venham dias de bonança….

 (…) nem sempre é necessário tornar-se forte. Temos que respeitar a nossa fraqueza. Então, são lágrimas suaves, de uma tristeza legítima à qual temos direito. Elas correm devagar e quando passam pelos lábios sente-se aquele gosto salgado, límpido, produto de nossa dor mais profunda. 

Clarice Lispector in Crónicas no ‘Jornal do Brasil (1967)’ 

***

Voltemos a nossa programação normal…

Considerações sobre 2014

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2014 foi um ano estranho. De todos as pessoas que conversei, todas concordaram que este ano foi esquisito. Aqui no Brasil houve copa do mundo, eleições, escândalos, festas… a bola rolou nos campos de futebol e cabeças rolaram fora deles (no sentido literal e figurado). Parece que o mundo também andou meio mal das pernas, nem sei o que comentar…

Pessoalmente já tive anos melhores. Minha vida social/afetiva/profissional andou muito bem ruim. Tem vezes que as coisas não dão certo e não há nada que a gente possa fazer a não ser se lamentar e partir para outra.

No campo literário, deixei esse blog meio de lado (o que me doeu muito) para fazer meu TCC. Trabalho feito, faculdade terminada e… agora, José? Sentimento de dúvida e incerteza pairam no ar, mas, como diz o ditado popular, “ano novo, vida nova”, é levantar a cabeça e encarar os desafios de frente!

Mas sempre há uma flor em meio aos espinhos. Neste ano pude reconhecer meus verdadeiros amigos, que me apoiaram e ficaram ao meu lado nos momentos difíceis. Mesmo não sendo uma boa companhia, encontrei apoio, consolo e acolhimento quando mais precisei – e isso é o que fica: dinheiro, beleza, bens materiais, tudo isso pode desaparecer com o tempo, mas as verdadeiras amizades permanecem…

Após esse breve desabafo, desejo a todxs um ótimo novo ano, cheio de realizações e que as pessoas tenham mais bom senso, mais empatia e mais respeito umas com as outras para podermos construir um mundo melhor… (e que eu ganhe na mega da virada para poder levar todos meus amigos para a Disney #oremos!)

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TAG: Bibliófilo Feliz

Olá gente! Estou meio (muito) enrolada todos esses dias. Para quem ainda  não sabe estou passando uma temporada em Portugal (seis meses para ser mais exato) e ando sem tempo de colocar a leitura em dia. Portanto, para que este humilde blog não fique jogado às moscas vou colocar uma TAG que vi outro dia no youtube; são nove perguntas sobre um pobre coração que ama livros. Vamos lá!

1. Qual é a melhor parte de comprar livros novos?

A melhor parte de comprar livros novos é ter livros novos em casa! Às vezes a gente tem muitos livros não lidos na estante, mas nunca é suficiente… a gente sempre quer mais e mais!

2. Com qual frequência você compra livros novos?

Compro novos livros sempre que acho um título que quero muito e não posso mais viver sem (em uma semana em Coimbra já comprei 2).

3. Prefere livrarias físicas ou as on-lines?

Gosto de pesquisar nas livrarias on-line, mas prefiro as livrarias físicas.

4. Você tem uma livraria favorita?

Fnac forever!

5. Você compra livros em pré-venda?

Não sou tão impulsiva assim, compro quando tenho vontade, pode ser um lançamento ou não (às vezes é melhor comprar depois, pois o preço pode cair).

6. Você tem um limite de compras mensal?

Não tenho limite mensal, mas sim para compras individuais. Dificilmente compro um livro que custe mais que 40 reais.

7. A abstenção da compra de livros funciona para você?

Funciona. 

8. Qual é o tamanho da sua lista de “desejados”?

Gigante!!! E só tende a crescer!

9. Quais são os três livros que você gostaria de ter AGORA ?

– Sempre Seu, Oscar (biografia epistolar do Oscar Wilde);
– Solanin 1 e 2 (mangá de Inio Asano);
– Viagem solitária (autobiografia de João W. Nery).

Tag retirada deste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=N4ruz-kqrxA